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terça-feira, 19 de maio de 2020

OM NAMAH SHIVAYA

Cantinho de Imagens da Guerreira: Shiva | Shiva, Lord shiva hd ...

OM NAMAH SHIVAYA


Leitor(a) amigo(a)...

Viva com simpatia e serenidade, firmeza e amor, sorriso e confiança.
Apesar das complicações do relacionamento humano, todos são irmãos!
Quando se defrontar com alguém perturbado, lembre-se de que ele é seu irmão de caminhada terrestre e que precisa de sua compreensão (não de sua acidez e crítica).
Pense na paciência que os protetores espirituais têm com você e com seus erros, e procure desenvolver a paciência no trato com todos os seres.
Renove os seus passos na vida e honre os seus compromissos, espirituais e humanos.
O caminho do sábio é pacífico. Portanto, desenvolva a paz, o amor, a alegria, a energia e a lucidez o máximo possível.

* * *
Faça a seguinte prática espiritual:
Todos os dias, durante alguns minutos (no momento que melhor lhe convier), concentre-se com firmeza e suavidade no mantra “Om Namha Shivaya” vibrando nos chacras frontal, cardíaco e sacro.
Faça isso com amor, confiança e vontade de evoluir.
Mude a rota dos pensamentos obtusos e abra a consciência ao perpétuo movimento de renovação do Universo.

* * *

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Meditação da Compaixão


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Meditação da Compaixão

Gostei muito do texto e da meditação da compaixão.
Quando compreendemos e praticamos a meditação da compaixão, o universo se move com a compaixão divina ao nosso favor.

A compaixão é um estado divino de Ser. O egocentrismo é infantil e egoísta , e se preocupa com a própria vida, e não tem o magnetismo do amor universal de compaixão.

O amor atrai o amor, amigos, felicidade e união.
Se você estiver isolado pratique esta meditação, envie amor e atraia o amor, a compaixão para sua vida.

A compaixão não julga, não condena, não critica, ela aceita incondicionalmente o outro e a si mesmo.
Faça primeiro exercícios de meditação da compaixão para sua vida, para o seu coração.

Acredito que o carma nasce no terreno que a semente da compaixão não nasce.
Procure um  lugar onde possa praticar a compaixão, medite e compreenda a compaixão.
Mas, primeiro ame a si mesmo com o amor universal da vida e de Deus.

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Usando o processo de criação sem esforço com Buda


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Usando o processo de criação sem esforço com Buda


Saudações queridos! Eu sou o Mestre Buda e é com Amor e emoção que venho aqui para te dirigir neste dia. É um prazer vir e ajudá-lo com este processo de criação sem esforço que você está tão ansioso para entrar.

Sim, sem esforço é o nome do jogo, sem esforço é como o Amor funciona, e é com grande alegria que tudo se destina a fluir para você quando estiver disposto a receber o mesmo e mais. E então, você está pronto? Você está disposto a receber o que você está preparando e trabalhando por algum tempo?

domingo, 8 de outubro de 2017

CULTIVANDO A COMPAIXÃO: COMO AMAR A SI MESMO E AOS OUTROS


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CULTIVANDO A COMPAIXÃO: COMO AMAR A SI MESMO E AOS OUTROS
Thich Nhat Hanh

Tradução Tamyres Bertanha

A meditação Metta é a prática de cultivar a compreensão, amor e compaixão olhando profundamente, primeiro para nós mesmos e depois para os outros. Uma vez que amemos e cuidemos de nós mesmos, nós podemos ser muito mais úteis aos outros. A meditação Metta pode ser praticada em partes ou na íntegra. Apenas dizer uma linha da meditação metta já irá trazer mais compaixão e cura ao mundo.

Amar é, primeiramente, aceitar nós mesmos como realmente somos. Por isso nessa meditação do amor, “Conhece-te a ti mesmo” é a primeira prática de amor. Quando nós praticamos isso, vemos as condições que nos levaram a ser do jeito que somos. Isso torna mais fácil nos aceitarmos, incluindo nosso sofrimento e nossa felicidade ao mesmo tempo.

Metta significa “bondade-amorosa” em Pali. Começamos isso com uma aspiração: “Que eu possa ser”. . . Então transcendemos os níveis da aspiração e olhamos profundamente para todas as características positivas e negativas do objeto da nossa meditação, nesse caso nós mesmos. A disposição para amar ainda não é amor. Olhamos profundamente, com todo nosso ser, para compreender. Nós não apenas repetimos as palavras, ou imitamos outros, ou lutamos por algum ideal. 

O SUTRA DO CORAÇÃO TE MUDARÁ PARA SEMPRE


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O SUTRA DO CORAÇÃO TE MUDARÁ PARA SEMPRE
Karl Brunnhölzl

Penetre o verdadeiro significado do Sutra do coração e nada será mais como antes, afirma Karl Brunnhölz. O segredo é torná-lo pessoal.

Não há dúvidas de que o Sutra do Coração é frequentemente o texto mais recitado na tradição do Budismo Mahayana, que continua florescendo no Japão, Coréia, Vietnã, Tibete, Mongólia, Butão, China, partes da Índia e Nepal, e, mais recentemente, nas Américas e Europa. Muitas pessoas têm comentado sobre o que é Sutra do Coração e o que não é; como sendo o coração da sabedoria, um tratado sobre como as coisas verdadeiramente são, o ponto chave do Mahayana, uma condensação de todos os Sutras Prajnaparamita (segundo giro da roda do darma), ou uma explicação condensada da vacuidade. Para melhor entendermos as palavras do Sutra do Coração, é bom que adentremos o seu histórico na tradição Budista como também os significados de “prajnaparamita” e “vacuidade”.

É inegável que a primeira vista o Sutra do Coração nos pareça uma completa loucura. Quando lemos, não faz sentido algum. Talvez o começo e o fim tenham algum nexo, mas todo o resto soa como uma sofisticada forma de nonsense, uma característica básica de todos os Sutras Prajnaparamita. Se gostarmos da palavra “não”, talvez possamos criar alguma afinidade com o sutra, visto que nele se fala “não isso”, “não aquilo”. Podemos dizer também que é um sutra sobre sabedoria, mas sobre louca sabedoria. Quando lemos, parece maluquice, mas é exatamente daí que parte da sabedoria vem. 

O que o Sutra do Coração(como todos os Sutras Prajnaparamita)

AMANHECER DA SABEDORIA

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AMANHECER DA SABEDORIA

Dzongsar Khyentse Rinpoche

Nós, seres humanos, nos ocupamos com a busca da felicidade e a cessação do sofrimento mais do que com qualquer outra atividade, profissão ou lazer, empregando inúmeros métodos e objetos. É para isso que temos elevadores, laptops, pilhas recarregáveis, lava-louças, torradeiras reguláveis, cortadores à pilha para os pelos do nariz, privadas com assento aquecido, novocaína, telefones celulares, Viagra, carpetes e forrações… Mas, inevitavelmente, tais confortos trazem uma dose correspondente de dores de cabeça.

As nações buscam a felicidade e a cessação do sofrimento em grande escala, lutando por território, petróleo, espaço, mercados financeiros e poder. Travam guerras preventivas para afastar a expectativa de sofrimento. Cada um de nós faz a mesma coisa ao utilizar a medicina preventiva, tomar vitaminas e vacinas, fazer exames de sangue e tomografia computadorizada do corpo todo. Estamos procurando sinais de sofrimento iminente. E, uma vez encontrado o sofrimento, imediatamente tentamos encontrar a cura. Ano após ano, novas técnicas, livros de auto-ajuda procuram fornecer soluções duradouras para o sofrimento, de preferência atacando o problema pela raiz.

Sidarta Gautama  também estava tentando eliminar o sofrimento pela raiz, mas não estava idealizando soluções tais como iniciar uma revolução política, migrar para outro planeta ou criar uma nova ordem econômica mundial. Ele não estava sequer pensando em criar uma religião ou um código de conduta que propiciassem paz e harmonia. Sidarta explorou o sofrimento com a mente aberta e, por meio de incansável contemplação, descobriu que, no fundo, são as nossas emoções que provocam o sofrimento. De um jeito ou de outro, direta ou indiretamente, todas as emoções nascem do egoísmo, no sentido de que implicam em apego ao eu. Além disso, ele descobriu que, por mais reais que pareçam, as emoções não constituem uma parte intrínseca do nosso ser. Elas não são inatas, nem tampouco alguma espécie de maldição ou implante imposto por alguém.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Prática do Buda da Medicina



Prática do Buda da Medicina

“Quando alguém realiza a meditação do Buddha da Medicina, eventualmente poderá atingir a Iluminação. Mas, enquanto isso não acontece, esta pessoa experimentará um grande aumento na sua capacidade de cura tanto para si próprio como para outros, assim como uma significativa diminuição de doenças de ordem física, mental e de sofrimento.”

Tayatha Om Begandze Begandze Maha Begandze  Rantza Samungate Soha
(mantra curto)


As práticas do Buddha da Medicina (Bhaisajyaguru, em sânscrito, e Sangye Menla, em tibetano) eliminam os venenos da mente, responsáveis por toda ordem de sofrimentos que experimentamos ou sentimos.

          O Buda da Medicina é um Ser completamente iluminado. Para entender quem ele é, qual é sua natureza e função, primeiro precisamos entender o que é um Ser Iluminado (Bodhisattva). Geralmente, “ser” significa alguém que experimenta sensações agradáveis, desagradáveis ou neutras. 

terça-feira, 5 de setembro de 2017

O Amor e Lucidez nos Relacionamentos

Cantinho de Imagens da Guerreira: Om Mani Padmi Hum


O Amor e Lucidez nos Relacionamentos
By Jigme Wangchuck (Leonardo Ota)

Seria possível tornar um relacionamento amoroso caminho espiritual?

Cada ser humano concebe sua existência através de uma cadeia inter-dependente de relações com outros seres. Somos quem somos por um processo de relação com nossos pais, filhos, parentes, amigos, colegas de trabalho e assim por diante. Somos seres de relação. A visão de Buddha nomeada Pratitya Samutpada traz a noção literal de “originação através de uma relação co-dependente.” O conceito de eu sou parece estar separado dos outros, porém, quando investigado se revela exatamente como Buddha percebeu – um processo de co-dependência e relação contextual aromatizada por pré-disposições mentais.

Nossa vida é uma reprodução ‘cinematográfica’ de um drama, romance, suspense, comédia e ação, surgida a partir dos mais variados e inacreditáveis processos de relações conscientes e inconscientes. Entre as relações mais favoráveis para uma oportunidade de rápida transformação interior estão os relacionamentos amorosos ou em família.

Todos buscamos ser felizes. Portanto, vamos também em busca de felicidade ao iniciar um relacionamento. Porém, nossa felicidade nas relações amorosas encontra-se na maioria dos casos basicamente na dependência de sensações de prazer e desprazer.

domingo, 7 de maio de 2017

TAO – A Sabedoria do Silêncio Interno

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TAO – A Sabedoria do Silêncio Interno

Pense no que vai dizer antes de abrir a boca. Seja breve e preciso, já que cada vez que deixa sair uma palavra, deixa sair uma parte do seu Chi (energia). Assim, aprenderá a desenvolver a arte de falar sem perder energia.

Nunca faça promessas que não possa cumprir. Não se queixe, nem utilize palavras que projetem imagens negativas, porque se reproduzirá ao seu redor tudo o que tenha fabricado com as suas palavras carregadas de Chi.

Se não tem nada de bom, verdadeiro e útil a dizer, é melhor não dizer nada. Aprenda a ser como um espelho: observe e reflita a energia. O Universo é o melhor exemplo de um espelho que a natureza nos deu, porque aceita, sem condições, os nossos pensamentos, emoções, palavras e ações, e envia-nos o reflexo da nossa própria energia através das diferentes circunstâncias que se apresentam nas nossas vidas.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

MANTRAS E UMA CANÇÃO PARA GANESHA




MANTRAS E UMA CANÇÃO PARA GANESHA

Mantras são estruturas verbais ou sonoras de natureza sagrada que infundem vibrações de cura psíquica e espiritual naqueles que os proferem, em voz ou em pensamento e sentimento.

Cada mantra é evocativo de um objetivo ou qualidade espiritual em particular. No Hinduísmo, no Budismo e em outras tradições milenares, a prática de entoar e mentalizar mantras é uma ferramenta importante de autoconhecimento e auto desenvolvimento espiritual.

Ao longo dos séculos, muitos mantras foram revelados e difundidos para além dos contextos iniciáticos das tradições religiosas. Nos tempos de ampla abertura à informação espiritual que vivemos hoje, os mantras foram incorporados também pela musicalidade secular, gerando canções maravilhosas como a do vídeo abaixo, dedicada a um dos deuses mais conhecidos e adorados do panteão Hindu, Ganesha.